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Membro da Rosicrucian Fellowship desde 1984
As origens do Centro Rosacruz Max Heindel remontam a meados dos anos vinte do século passado. quando Francisco de Medeiros, capitão do Exército, foi autorizado por Mount Ecclesia, a sede mundial de The Rosicrucian Fellowship em Oceanside, Califórnia, EUA, a criar o Centro de Estudos Rosacrucianos que funcionava na sua própria residência em Lisboa.

Em 21 de Março de 1926 apareceu a primeira publicação dedicada a estes estudos, com o título A Rosacruz , dirigida por Florindo Costa, o qual, por motivos de saúde, seria pouco depois substituído por Augusto Maria da Silva Flores, major de artilharia e passou a sair regularmente.

Também por motivos de saúde de Francisco de Medeiros, a sede do Centro de Estudos Rosacrucianos foi transferida, em 1945, para a residência de Francisco Marques Rodrigues, também em Lisboa.

Entretanto, Augusto Flores faleceu em 1956 e os herdeiros transferiram a propriedade da revista para Francisco Marques Rodrigues, que lhe imprimiu maior dinamismo, pelo que os 200 assinantes de então passaram para mais de 1.000 logo no ano seguinte.

Na madrugada de 17 de Junho de 1966 o Centro de Estudos Rosacrucianos sofreu um rude golpe. Na sequência de uma denúncia, a PIDE assaltou a residência de Francisco Marques Rodrigues, na sua ausência, e apreendeu tudo quanto se relacionava com o Rosacrucianismo: livros, cartas, lições, estudos astrológicos, o próprio emblema e até dinheiro. Nestas condições, a actividade do centro foi consideravelmente reduzida.

Finalmente, em 19 de Julho de 1975, o Centro de Estudos Rosacrucianos foi legalizado com a designação de Fraternidade Rosacruz de Portugual.

Entretanto, antes do 25 de Abril, verificou-se a primeira dissensão: por dificuldades de relacionamento pessoal, a que não era estranha uma certa incompatibilidade astrológica, alguns probacionistas e estudantes saíram do ainda Centro de Estudos Rosacrucianos e criaram o Centro Rosacruciano de Lisboa, também reconhecido por Mount Ecclesia legalizado depois da Revolução dos Cravos.

Porém, esta nova associação cedo enveredou por caminhos contrários ao espírito Rosacruz: dos seus estatutos passou a constar a obrigatoriedade do pagamento de quotas mensais por parte dos seus membros, cujo valor mínimo era fixado pela assembleia geral; por outro lado, era permitida a frequência do Curso de Astrologia logo após a resposta à 1ª lição do Curso Preliminar de Filosofia RC, quando o próprio Max Heindel várias vezes frisara a necessidade do estudo da Astrologia ser iniciado somente depois de concluído esse curso. Nestas condições, um grupo de probacionistas e estudante abandonaram o Centro Rosacruciano de Lisboa e criaram o Centro de Estudos Max Heindel, o qual, em 1984 iria ser reconhecido por Mount Ecclesia que na própria Charter lhe atribuiu a actual designação de
Centro Rosacruz Max Heindel.
Historial do Centro
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Condições de acesso
Recursos
Os conhecimentos e as faculdades espirituais apenas serão utilizados legitimamente quando postas ao serviço amoroso e desinteressado do próximo.

Nestas condições, apenas podem ser admitidos a este Centro aqueles que não se dediquem, profissional ou remuneradamente, ao hipnotismo, às práticas mediúnicas, à vidência, à quiromancia ou à astrologia.
Por vontade do seu fundador, Max Heindel, toda a actividade de The Rosicrucian Fellowship e dos seus Centros espalhados pelo mundo, é totalmente gratuita, nunca se inviabilizando o estudo e o progresso de um estudante por carência de recursos económicos.

Consequentemente, os únicos recursos do Centro Rosacruz Max Heindel restringem-se aos donativos voluntários e ao reembolso das despesas feitas com a produção do material de divulgação e envio, via postal, dos cursos por correspondência.
Centro Rosacruz Max Heindel
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