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Membro da Rosicrucian Fellowship desde 1984
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A Importância que tem um Nome

Margarida Barral
Artigos
Sobre a Imaculada Concepção

Maria José Lopes
O silêncio é de ouro

Fátima Capela
O Uso do Pergaminho
e o Pecado Original

António de Macedo
Dizer a Verdade

Jamis Lopez
A Evolução do Homem no Globo D

António Monteiro
Seria interessante, e talvez esclarecedor, um debate sobre a importância que algumas famílias dão ao nome pois todos nós, ou quase todos, já ouvimos comentários eivados de uma certa vaidade sobre o facto de se ser descendente de antepassados ilustres.
No mês de Dezembro comemora-se o nascimento do Salvador, este é talvez o mais belo e o mais elevado de todos os cerimoniais, e o mais amado pela Abençoada Senhora, a puríssima Virgem Maria. É a festa da Imaculada Concepção.
O silêncio á a ausência de som e de palavra.
Muitas das conversações comuns são desnecessárias, insensatas e maliciosas. Quando se utiliza a palavra falsa, exagerada, caluniosa, então o silêncio é de ouro. Porque as palavras são poderosas, são mágicas.
Para nós, cristãos, os 27 livros do Novo Testamento constituem o fundamento e a chave da nossa Escritura Sagrada. Durante o primeiro século, no tempo em que Jesus exerceu o Seu ministério –e mesmo bastante depois–, o papiro era o material de escrita mais correntemente utilizado em todo o Médio Oriente, Egipto, Ásia Menor, etc. A partir dos séculos iii-iv começou a generalizar-se o uso do pergaminho. Que alterações é que esta mudança acarretou?
Sabemos que mentir não é correcto, mas já nos questionámos se é correcto dizer uma mentira «piedosa»? A resposta é não. Chamamos «piedosas» às mentiras quando elas parecem inofensivas; contudo, em termos espirituais falamos do certo e do errado baseando-nos num princípio de conteúdo, como as coisas na verdade são, e não pela sua aparência.
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Centro Rosacruz Max Heindel
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Quando li, pela primeira vez, o Conceito Rosacruz do Cosmos uma das inúmeras perguntas que surgiram no meu espírito foi a de quanto tempo duraria a Evolução, um Período, uma Revolução,ou, pelo menos, uma Época; fui incapaz de imaginar o que quer que fosse que, de alguma forma, se pudesse assemelhar a uma resposta. Porém, algum tempo depois chegou às minhas mãos uma pequena história da Terra e verifiquei, com surpresa e muito agrado, que a descrição das sucessivas fases geológicas por que o nosso planeta passou, apresentava alguns pontos comuns com o relato rosacruciano das últimas épocas, pelo que talvez valesse a pena tentar calcular a duração das mesmas. Foi, pois, com entusiasmo que fiz um pequeno estudo comparativo da História da Terra e da Evolução do Homem no Globo D, publicado na Amizade RosacrucianaI, 1ª série, há já alguns anos
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O Exercíco da Retrospecção
António de Macedo
Quando Max Heindel nos transmitiu o exercício da Retrospecção ensinado pelos Irmãos Maiores da Rosacruz, insistiu em que procurássemos viver, durante esses minutos purgatoriais nocturnos, a dor e o sofrimento que infligimos aos outros devido às nossas incaridosas palavras e acções, durante o dia que passou. Também insistiu que nos louvássemos sempre que, com recta avaliação, pudéssemos vivenciar a alegria e a gratidão das pessoas a quem beneficiámos com atitudes e palavras compassivas, elevadas, bondosas e harmonizadoras.
Certas pessoas porém, ...
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O Que É O Esoterismo

António de Macedo
     O substantivo «esoterismo» é de formação relativamente recente, por comparação com o adjectivo «esotérico», de origem grega, donde deriva.
     O adjectivo eksôterikos, -ê, -on («exterior, destinado aos leigos, popular, exotérico») já existia em grego clássico, ao passo que o adjectivo esôterikos, -ê, -on («no interior, na intimidade, esotérico») surgiu na época helenística sob o Império romano. Diversos autores os utilizaram. Veremos dentro em pouco alguns exemplos.
Têm a sua origem, respectivamente, em eisô ou esô (como preposição significa «dentro de», como advérbio significa «dentro»), e eksô (como prep. significa «fora de», como adv. significa «fora»). Destas partículas ...
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Artigos
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O Espírito Santo

Eduardo Aroso
     Tomo as palavras do António de Macedo «independentemente de Jahvé e da sua segunda manifestação de "Lei interna", há um "Santo Espírito", ou Espirito Divinal, nem jeovístico nem pós-jeovístico, que impregna misticamente, desde o Período de Saturno, todo e qualquer ser humano - quer como Espirito de Profecia no tempo dos profetas do Antigo Testamento, quer como REAL substância de que o nosso Tríplice Espírito é "feito", e que se manifesta de diversos modos, e limito-me a citar três exemplos do Novo Testamento para meditação...»
     Sabendo nós que as Três Pessoas da Santíssima Trindade são Unas e Indivisíveis, isto é, eternas, numa perspectiva fora de qualquer conceito de tempo, por outro lado, o Espírito Santo é o Aspecto que, num conceito de tempo e matéria se expressa mais perto, isto é, desceu mais baixo nos planos densos.
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